segunda-feira, 31 de julho de 2017

Bairrada | Vinhos & Sabores 2017

Pelo quinto ano consecutivo, a Bairrada é palco de um grande evento que reúne o melhor da região, no que toca aos seus Vinhos e Sabores. Aquele que, de 2013 a 2016, se chamou de Encontro com o Vinho e Sabores Bairrada assume nesta edição, de 2017, o nome de BAIRRADA Vinhos & Sabores
De 08 a 10 de Setembro todos os caminhos vão dar ao Velódromo Nacional - Centro de Alto Rendimento de Sangalhos, no concelho de Anadia. 
A entrada no evento é livre e gratuita para quem não quiser adquirir copo de prova, cujo valor pode ser de dois ou três euros, mediante apresente ou não convite. 
Uma festa que pretende brindar a esta altura do ano, em que o universo vitivinícola ganha peso e as adegas acolhem a azáfama e a euforia de quem tanto se dedica a uma actividade tão nobre, agarrada à terra e com tanto ainda para dar. 
No formato do programa deste ano mantém-se a feira de vinhos e sabores da Bairrada; as provas de vinhos, desta feita comentadas por reconhecidos enólogos da Casa – Francisco Antunes e João Soares; os jantares temáticos e vínicos, com o propósito de fomentar o conhecimento sobre wine parings; o Concurso de Espumantes Bairrada; e a 2.ª edição da Baga Bairrada Party, que este ano vai decorrer no Museu do Vinho Bairrada. Assim, e para dar corpo à dupla inseparável tomada pelo vinho e pela comida, é também promovida a oferta turística da região em casa própria. Uma nota para a estreia do Concurso de Fotografia Bairrada, que vai premiar os melhores retratos da região, com especial foco na trilogia vinho, gastronomia e território. 
O BAIRRADA Vinhos & Sabores 2017 é promovido pela Comissão Vitivinícola da Bairrada, pelo Município de Anadia e pela Turismo do Centro de Portugal, estando a sua produção a cargo da equipa de sempre, agora a liderar a novíssima revista VINHO Grandes Escolhas. Conta com o apoio da Rota da Bairrada, do Instituto da Vinha e do Vinho, da ViniPortugal, entre outras entidades, e com o financiamento do PO CENTRO2020.
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BAIRRADA VINHOS & SABORES
Centro de Alto Rendimentos de Sangalhos (Velódromo Nacional)
8, 9 e 10 de Setembro 2017
Entrada Livre
Copo 3€

sábado, 29 de julho de 2017

Bacalhôa Greco Di Tufo 2016 Branco

BACALHÔA GRECO DI TUFO 2016 BRANCO | PENÍNSULA DE SETÚBAL | 13,5% | PVP  9,99€
GRECO DI TUFO
BACALHÔA VINHOS DE PORTUGAL, SA
16,5

Este é o segundo vinho do novo projecto da Bacalhôa do qual também nasceu o o seu irmão Verdelho. Este Greco Di Tufo provém da primeira vinha portuguesa com esta casta que é originária de Itália, mais precisamente da Roma Antiga, onde era famosa pelas suas propriedades afrodisíacas. Muito interessante ter provado os dois vinhos (Verdelho e Greco Di Tufo)lado a lado e nas mesmas condições permitindo perceber claramente as diferenças entre ambos e concluir que são dois vinhos brancos e aposta ganha.
Cor amarelo mais intenso e definido, mais amarelado do que habitualmente os brancos lançados com esta idade costumam ser e de aspecto limpo. No nariz revela aromas mais quentes, citrinos mais maduros como a laranja e a toranja, flores brancas, algum rosmaninho, perfumado. Na boca travo mais adocicado, untuoso, cheio e envolvente, com mais corpo e com acidez equilibradora do conjunto. Final de boca longo e persistente.

sexta-feira, 28 de julho de 2017

Bacalhôa Verdelho 2016 Branco

BACALHÔA VERDELHO 2016 BRANCO | PENÍNSULA DE SETÚBAL | 13% | PVP  9,99€
VERDELHO
BACALHÔA VINHOS DE PORTUGAL, SA
16,5

Aqui a casta é a estrela. É com este mote que a Bacalhôa Vinhos de Portugal, presente em 7 regiões vitivinícolas portuguesas, com um total de 1200ha de vinhas, 40 quintas, 40 castas diferentes e 4 centros vínicos (adegas), deu início àquele que é um projeto a longo prazo, tendo como compromisso proporcionar ao consumidor um vinho de qualidade, com as melhores castas, provenientes de terroirs únicos. O objectivo é que cada vinho mostre a tipicidade característica de cada casta.
Foram agora lançados o Verdelho e o Greco Di Tufo, dois brancos da região da Península de Setúbal e mais tarde outros varietais se juntaram à família.
Cor amarelo citrino, aberto, leves nuances esverdeadas e de aspecto límpido. No nariz mostra-se intenso e apelativo, muito elegante na notas de fruta tropical e de caroço, como o pêssego e o alperce e no casamento com leves perfumados de flor branca. Na boca revela acidez equilibrada, ligeiro untuoso, algum corpo, mais uma vez com elegância, muito equilíbrio, formando um conjunto sério com final de boca longo, elegante e delicado.
Uma excelente opção para a mesa quer com peixe grelhado, quer com pratos com mais poderio como um arroz de tamboril ou uma massada de peixe. .

terça-feira, 25 de julho de 2017

Porto Branco | 10 Razões Para o Incluir na Lista de Compras

Em casa de ferreiro espeto de pau. Este ditado popular não engana e aplica-se inteiramente à opção que fazemos na hora de escolher entre o que é Nosso e de excelência e o que é do outros e está simplesmente porque está na moda. 
Somos rápidos a aderir à gin mania, à vodka marota, ao rum do caribe e à cachaça com sotaque, mas ao Porto Branco que por cá anda desde sempre torcemos o nariz e não sabemos o que fazer com ele.
Este verão tem sido a minha escolha e por isso deixo aqui 10 razões para ser também a vossa.

1. Porto Tonic. Desde há muito uma excelente opção para combater o calor e refrescar corpo e alma.  Basta Porto Branco, água tónica, limão e muito gelo;

2. Preço. Quando comparado com as outras bebidas que podem competir com o Porto Branco, este ainda é de longe, a opção mais barata, sem querer dizer menos qualidade;

3. Moda. Sem dúvida que será a next big thing na moda das bebidas de bar. Há que estar preparado;

4. Álcool. Mais uma vez, quando comparado com os rivais é a opção menos alcoólica. logo... não preciso de dizer mais nada;

5. Frescura. Menos álcool, mais frescura, mais leveza;

6. CaipiPort. Pois é. Também é possivel o CaipiPort. Siga a receita da Caipirinha e substitua a cachaça de cana por Porto branco;

7. Diferença. Marca pela diferença. Quando todos estão a beber as mesmas coisas, over and over again, o Porto branco marca a diferença;

8. Flexibilidade. A solo, fresco; em coktails variados; e até para algumas harmonizações à mesa. Não falha;

9. Delicioso. Simplesmente por isso;

10. Portugal. Porto grita o nome do nosso País onde quer que se esteja.

Sabem de mais alguma que se possa adicionar?

domingo, 23 de julho de 2017

Mare Et Corvus 2015 Branco

MARE ET CORVUS 2015 BRANCO | LISBOA | 13% | PVP  7,50€
FERNÃO PIRES, MALVASIA, CHARDONNAY
JOSÉ HUMBERTO NUNES CORVO
15,5

Voltei ao vinho mais ocidental da Europa. Um vinho, sem dúvida único, feito a partir das vinhas de chão rijo, viradas ao mar bravo da costa atlântica mesmo ali sob a Praia da Adraga. Esta exposição ao ventos salinos e molhados da costa tem um importante poder de modelagem no perfil do mesmo.
De cor amarelo citrino definido, com alguns laivos dourados e de aspecto limpo. Aromas marcados no início pelas notas salinas, pela água do mar, seguido pela fruta citrina, pela maça verde, alguma fruta de polpa branca, muita frescura, mas a envolvência salina é de facto única. Boca com acidez equilibrada, muitas notas citrinas, boa secura, muito salino, mineral, terminando longo, persistente e fresco.

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Pouca Roupa 2016 Rosé

POUCA ROUPA 2016 ROSÉ | ALENTEJO | 12,5% | PVP  3,99€
ARAGONEZ, TOURIGA NACIONAL, CABERNET SAUVIGNON
J PORTUGAL VINHOS, SA
15

Este é um rosé perfeito para o verão, para os dias mais descontraídos, para beber sem pensar muito, para refrescar, beber à beira da piscina ou mesmo dentro dela e para levar à refeição com prato leves e de sabores pouco intensos.
Assume uma imagem jovem, também ela despreocupada e um nome que ajuda a desbloquear muita conversa.
A colheita deste ano apresenta um rosado salmão aberto, claro e de aspecto limpo e brilhante. Nariz onde predomina a fruta vermelha madura e fresca, morango e framboesa, com leves notas vegetais a conferir equilíbrio ao conjunto. Fresco e leve na boca, com a fruta vermelha a continuar a marcar a sua presença, muito leve e directo num final de boca de médio/longo alcance.

terça-feira, 18 de julho de 2017

Quinta do Valdoeiro Chardonnay 2016 Branco

QUINTA DO VALDOEIRO 2016 BRANCO | BAIRRADA | 12,5% | PVP  8€
CHARDONNAY
SOCIEDADE AGRÍCOLA E COMERCIAL VINHOS MESSIAS, SA
16,5

A colheita mais recente do Chardonnay da Quinta do Valdoeira trás uma nova imagem consigo. Mais clean e apelativa, parece querer apontar a um novo destino, mais perto dos consumidores e dos apreciadores de branco com mais alguma estrutura e complexidade, pronto para um verão quente, mas particularmente pronto para fazer companhia ao verão... à mesa ou para guardar por mais algum tempo.
Cor amarelo citrino, definido, com nuances de esverdeados leves e aspecto limpo. No nariz mostra boa intensidade da fruta amarela e branca de caroço, algum citrino e tropical bem casado no conjunto, perfil fresco e elegante. Na boca revela estrutura e desde logo percepção para uma espera em garrafa que lhe será benéfica. Boa acidez, ainda um pouco austero, vivaço e mordaz, com volume e intensidade final de boca muito interessante.
A colocar na lista para este verão .

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Colinas do Douro Reserva 2015 Tinto

COLINAS DO DOURO RESERVA 2015 TINTO | DOURO | 14% | PVP  9€
TOURIGA NACIONAL, TOURIGA FRANCA, TINTA RORIZ, TINTO CÃO
COLINAS DO DOURO SOCIEDADE AGRÍCOLA, LDA
16,5

O Douro Superior continua a ser, tanto nos brancos como nos tintos, um terroir-palco de excelência para vinhos plenos de frescura e qualidade. Este produtor, relativamente recente no panorama vínico português, mostra, passo a passo, que veio para ficar.
De cor vermelho rubi intenso e concentrado, nuances violáceas e aspecto ainda jovem. Aromas intensos e marcados pelas notas de fruta vermelha e preta madura e fresca, perfumado floral elegante, ligeiro monte em flor, num equilibrado conjunto com as notas mais especiadas e de baunilha vindas do estágio em barricas. Boa estrutura e volume de boca, largo, ligeira cremosidade e de tanino presente, mas já meio arredondado. Continua a mostra um perfil fresco, com fruta bem colocada e um final de boca longo.

terça-feira, 11 de julho de 2017

Herdade do Arrepiado Velho Petit Verdot Unoaked 2015 Tinto

HERDADE DO ARREPIADO VELHO PETIT VERDOT UNOAKED 2015 TINTO | ALENTEJO | 14,5% | PVP  17€
PETIT VERDOT
ARREPIADO WINE & TOURISM, LDA
16,5

Novidade de número muito limitado vindo do Alentejo mais fresco de Sousel, em Portalegre, de rótulo pincelado a branco, cativando o olhar com mais um trabalho de imagem magnífico e despido de barrica para mostrar a casta no seu estado mais puro.
Revela um petit verdot mais cru do que habitual, com a fruta preta bem presente, complexo, boa acidez, escondendo o seu grau alcoólico e de perfil bem fresco.
Cor vermelho intenso, concentrado, violetas escuros e de aspecto jovem e limpo. No nariz a fruta preta silvestre e de bosque mostra-se com mais evidência, amora, cereja e ameixa preta, muito fresca, muito bonita e definida, com apontamentos elegante de algum floral e ligeira alfazema. Na boca continuamos com boa intensidade e expressão da casta, largo de boca, corpulento, de acidez acutilante e de taninos bem presentes num conjunto que ainda se está a ajeitar e a precisar apenas de mais algum tempo para polir alguma aresta. Sem dúvida um vinho para comida, para os pratos bem alentejanos à base de carne, para marcar uma refeição.
Vou gostar de o encontrar novamente com mais tempo de descanso em garrafa.

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Quinta da Romaneira Reserva 2010 Tinto

QUINTA DA ROMANEIRA RESERVA 2010 TINTO | DOURO | 13% | PVP  38€
TOURIGA NACIONAL, TOURIGA FRANCA
SOCIEDADE AGRÍCOLA DA ROMANEIRA, SA
17

Este é um daqueles produtores do Douro que, apesar de conhecer pouco, quando bebo um dos seus vinhos fico com vontade de conhecer logo um pouco mais. Apesar de provado recentemente apresenta-se num momento de forma excelente.
A fruta vermelha e preta continua cá, concentrada, intensa, mas ao mesmo tempo muito elegante, num conjunto muito equilibrado e sem estar pesado ou enfadonho. Um grande vinho para pratos à base de carne, de cozinha tradicional portuguesa e a pedir este ponto de equilíbrio.
Cor rubi intenso, concentrado e fechado, não mostrando os seus quase sete anos de vida, aspecto limpo e de lágrima chorosa. No nariz a fruta vermelha e preta silvestre, bem madura, com muito detalhe e bem ladeado pelas notas perfumadas de violetas, alguns fumados discretos, notas do estágio em barrica ligados, fundo balsâmico e fresco. Na boca mostra-se muito fresco, de corpo formado e amplo, taninos polidos e redondos. Funciona pelo conjunto harmonioso e pelo prazer que neste momento dá ao beber.
Final longo e a pedir um prato de carne para acompanhar.

domingo, 9 de julho de 2017

Esporão Duas Castas 2016 Branco

ESPORÃO DUAS CASTAS 2016 BRANCO | ALENTEJO | 13,5% | PVP  8€
ROUPEIRO, VIOSINHO
ESPORÃO, SA
16

A Esporão continua a apostar neste Duas Castas, que este este ano é composto, em partes iguais, pelo bem conhecido por terras alentejanas Roupeiro e por um recente outsider Viosinho. O resultado continua a ser uma excelente opção nesta gama de preços.
Cor amarelo citrino, nuances esverdeadas, aspecto novo, limpo e brilhante. Revela boa Intensidade aromática, fruta amarela de caroço, algum citrino, bergamota, toranja e lima, notas de flor branca, perfil fresco. Na boca revela algum corpo e estrutura, com acidez acutilante, que seca o palato, com nervo, citrino, envolvente, longo e persistente.
Uma óptima opção à mesa pela sua acidez e estrutura.

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Carvalhas 2015 Branco

CARVALHAS 2015 BRANCO | DOURO | 13% | PVP  23€
VIOSINHO, GOUVEIO
REAL COMPANHIA VELHA
17,5

Regresso à mais recente colheita do Carvalhas branco e passados apenas cerca de três meses e este descanso extra revela-se já diferenciador.
Apesar de o continuar a considerar um vinho extremamente jovem e, sem dúvida alguma, um branco de guarda, o facto é que fiquei mais satisfeito por mostrar o caminho para onde vai, ou seja, o bom caminho das anteriores colheitas.
Visualmente de tonalidade amarelo citrino, aspecto jovem e limpo. Aromaticamnete intenso, mostrando-se elegante, com a fruta amarela de caroço fresca bem colocada e beneficiando já dos tostados leves da barrica e alguma baunilha envolvente, mostrando um conjunto equilibrado e fresco.
Na boca mostra volume, corpo, uma certa untuosidade muito bem temperada por uma acidez mordaz, trazendo-lhe leveza, finura e alguma delicadeza. As notas provenientes da barrica estão também aqui mais ligadas, ainda sobressaindo, mas aconchegando o palato e terminando longo e fino.
Lugar agora ao descanso na garrafeira da outra garrafa por abrir.

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Restaurante Cozinha da Clara - Pinhão

Em Pleno Douro Património Mundial da Humanidade, a Quinta de la Rosa, reconhecida pela produção de vinhos do Porto e do Douro, pela Casa de Hóspedes e pelo espaço de enoturismo situada no Pinhão, acaba de dar mais um passo no desenvolvimento das suas infraestrutura e abriu recentemente o Restaurante Cozinha da Clara. 

Esta é uma "cozinha" plena de sentimento, de paixão e de homenagem à avó de Sophia Bergqvist, co-proprietária e gestora da Quinta de la Rosa, que na inauguração oficial do restaurante, nos acarinhou com algumas palavras e histórias da sua Avó, da Quinta de La Rosa e do quanto significa a abertura deste espaço.

Aliás, o logótipo do Cozinha da Clara remete-nos precisamente para a caligrafia da a avó de Sophia Bergqvist, Claire Feuerheerd (1907-1972), a quem a Quinta de la Rosa foi oferecida como presente de baptismo.
Construído por forma a respeitar todo o património envolvente, a construção do restaurante foi um projecto desafiante de arquitectura, tendo sido posicionado em encosta, tipo socalco das vinhas, desfrutando de uma vista privilegiada e lindíssima sobre o Rio Douro e o Pinhão e adicionando à sala interior um espaço de esplanada, tipo varanda sobre o Rio Douro, na qual apetece ficar sem data para sair.

No interior, para além de um cantinho especial dedicado a Claire, o espaço é feito de linhas rectas, tonalidades claras, limpas e com uma estrutura de paredes e tecto especial para que o som que circula pela sala seja uma benção e não uma tortura.
Na Cozinha da Clara manda o Chef Pedro Cardoso. Os pratos assentam numa base de raiz tradicional portuguesa, mas com um toque moderno e sofisticado, mantendo os sabores e aromas, mas com um aspecto visual contemporâneo. Alguns dos pratos têm mesmo como base o antigo receituário da avó Clara, o que torna a experiência ainda mais sentida.

O Amuse Bousche para começar trouxe à mesa  a Terrina de Leitão com Cogumelos, Batata Doce Frita e Gomos de Laranja casado no copo com o rosé La Rosa 2016.

De seguida, um dos meus preferidos da noite. Viciantes. Era capaz de estar a comer estas Chamuças de Sardinha Com Compota de Pimentos Vermelhos e Mescla de Alfaces pela noite fora juntamente com o branco reserva La Rosa 2016 que foi servido.

O prato de sopa veio logo de seguida.O Creme de Couve Flor Com Salmonete Braseado, Amêndoa Tostada e Azeite de Marisco. Simples, delicioso e reconfortante. O salmonete e a amêndoa fazem saltar um creme de couve flor que poderia soar a algo sensaborão. Fez-lhe companhia a novidade Tim Grande Reserva 2015 branco.

Patamar colocado bem alto até ao momento para a chegada da Corvina com Batata de Caldeirada e Molho de Peixe. No ponto de cozedura, com lascas definidas e o molho de peixe a dar largura e um kick final e envolvente. O branco LA Rosa Reserva foi o escolhido para lhe fazer companhia.

Tempo de saltar para o prato de carne com um corta sabores surpresa. Sabor citrico, textura estranha no incio, mas depois, houvesse oportunidade, e era shoot atrás de shoot deste Granizado de Tomilho Limão. Objectivo atingido.

O Tornedó de Vitela Com Milhos Transmontanos em Duas Texturas e Molho de Vinho de Porto mostrou o prato de carne. O tinto reserva La Rosa fez uma feliz ligação com a textura e sucos da carne e o molho mais rico do vinho de Porto.

Para terminar a sobremesa trouxe a Torta de Abóbora com Pasta de Queijo com Lima e Gelado de Noz. Apesar de não ser fã das ligações com gelado e doce na mesma sobremesa, a verdade é que esta resultou. O La Rosa Tawny 20 anos e o Vintage 1960 da cave privada do Produtor foram servidos. Um momento solene que não se esquecerá tão cedo.

Agora há mais uma (boa) desculpa para visitar o Pinhão.
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COZINHA DA CLARA - CLAIRE'S KITCHEN
Tipo de Cozinha: Portuguesa
Copos de Vinho Adequados: Sim
Estacionamento: Fácil
Horário: 13:00H-15:00H e 20:00H-22h00/22h30 (ajusta em função da época do ano)
Preço Médio Refeição: 40€

Morada: Quinta de la Rosa, 215, 5085-201 PINHÃO
Telefone: +351 254 732 254
Email: bookings@quintadelarosa.com
Na Net: Quinta De La Rosa

terça-feira, 4 de julho de 2017

Dom Pérignon Millésime Vintage 2004 Brut

DOM PÉRIGNON MILLÉSIME VINTAGE 2004 BRUT | CHAMPAGNE | 12,5% | PVP  150€
CHARDONNAY, PINOT NOIR
CHAMPGNE MOET & CHADON A EPERNAY
18,5

O mês de julho com um vinho da região de Champagne, um Dom Pérignon da colheita de 2004. Conta a história que pelo século XVIII, Dom Perignon, Monge da Abadia de Haut-Villiers, decidiu efetuar uma segunda fermentação na própria garrafa vedando-a com uma rolha de cortiça. O que aconteceu a seguir todos já conhecem um pouco, pelo que, se acredita, que aqui terá nascido o verdadeiro vinho Champagne.
Deste modo, beber uma garrafa com este nome é também beber um pouco da história do vinho assim como ter o prazer de beber um dos ícones neste tipo de vinho.
A colheita de 2004 resulta de um bom ano na vinha, sem sobressaltos de temperaturas, sem doenças e com consequente resultado num vinho com potencial de envelhecimento e representando um dos anos clássicos do produtor.
De cor amarelo citrino, bolha finíssima e persistente. No nariz notas delicadas de fruta amarela e caroço, alguma fruta seca, amêndoa, pinhão, leves pão torrado, envolvente, complexo e fresco. Na boca surpreende a leveza e textura fina da bolha e da forma como, pé ante pé, se mostra elegante, ao mesmo tempo mostrando alguns pontos de cremosidade, corpo e untuosidade, envolvente e cheio de volúpia.
Este foi a edição Balloon Venus de Jeff Koons. Embalagem luxuosa para um champanhe de luxo.

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